Coupe de France : Le Racing Club de Strasbourg en demi-finale face à l’OL Lyonnes après un début de match marqué par deux buts en cinq minutes Le Racing Club de Strasbourg féminin affronte l’Olympique Lyonnais en demi-finale de la Coupe de France ce dimanche 5 avril, dans un match qui promet d’être tendu. Les Alsaciennes, qualifiées après un nul (2-2) contre l’OL en championnat la semaine précédente, doivent retrouver le chemin de Valenciennes pour espérer décrocher la finale. Les Rhodaniennes, invaincues en Ligue 1 et leaders du championnat, entrent en lice avec un avantage considérable, mais le Racing, promu en Division 1 en 2024, tente de réitérer sa performance de la semaine précédente. Le match, disputé au Parc des Sports de Molsheim, a vu les premiers buts s’envoler rapidement. À peine cinq minutes après le coup d’envoi, l’OL a ouvert le score grâce à un corner de Brand, mal repoussé par la gardienne Wahl. Svava a conclu facilement, marquant le premier but de la rencontre. Cinq minutes plus tard, Diani a récidivé, profitant d’un corner pour inscrire le deuxième but lyonnais. Les Bleues, en difficulté à la transmission, ont du mal à contrer l’offensive rhodanienne, qui domine le jeu avec une possession de balle à 74 % et un nombre de tirs nettement supérieur (26 contre 3 pour le Racing). Les joueuses de Strasbourg, malgré leur discrétion, ont montré une résilience notable. Katoto a eu plusieurs occasions de marquer, notamment après un corner où elle a dribblé dans un angle fermé, mais son tir a fini sur le poteau. Les Bleues ont également tenté de réagir, notamment grâce à Crnogorcevic, qui a eu une percée dangereuse, mais Sombath a bien surveillé la situation.#ligue_1 #coupe_de_france #olympique_lyonnais #racing_club_de_strasbourg #parc_des_sports_de_molsheim

A crise financeira e institucional do Botafogo em 2026 é resultado de uma gestão centralizada que colocou o clube em risco. A estratégia de "caixa único" adotada pela Eagle Football Holdings, liderada por John Textor, dissolveu a autonomia financeira dos clubes do grupo, incluindo o Botafogo, o Olympique Lyonnais e outras equipes. Essa abordagem, que teoricamente visava eficiência, acabou gerando distorções graves, com recursos do Lyon sendo usados para pagar salários e contratações no clube brasileiro. No entanto, com a crise financeira na França, o fluxo se inverteu, resultando em um dreno de cerca de 122 milhões de euros (R$ 677 milhões) do Botafogo para sustentar o Lyon entre 2024 e 2025. Essas transações envolveram também operações esportivas questionáveis, como transferências de jogadores em condições desfavoráveis ao Botafogo. O problema central é a lógica que sustenta essas ações: tratar clubes com realidades distintas como peças de um mesmo balanço expôs o Botafogo à crise do Lyon, financiada por empréstimos vultosos, como o da Ares Management. O efeito dominó gerou pressão sobre toda a estrutura da holding, afetando o clube mesmo após conquistas e receitas relevantes. A crise não nasce no clube, mas na estrutura acima dele. Apesar da responsabilidade da gestão da SAF, o Botafogo Associativo, como sócio minoritário, teve instrumentos para tensionar o modelo, mas agiu com inércia. Decisões estratégicas lesivas, como a centralização financeira, foram toleradas, incluindo o empréstimo disfarçado de aporte feito pela GDA Luma e Hutton Capital. A cláusula que prevê a conversão da dívida em participação societária na SAF depende da assinatura do presidente do clube social, João Paulo Magalhães Lins, que não assinou o documento, causando atrasos na liberação da segunda parcela do empréstimo.#botafogo #john_textor #eagle_football_holdings #olympique_lyonnais #ares_management
